Infantojuvenil
Assim Devera Eu Ser
29 de novembro, 16h30
Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva, Ericeira
Local
Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva, Ericeira
M/6 · 45 min.
3€ – Munícipes e Menores de 23 anos
5€ – Não munícipes
No tempo da história da Cigarra e da Formiga, cantar não era profissão, cantava-se para ganhar a vida. Mesmo assim, pobre, Amália-Menina não foi como a Cigarra, em vez de ir à escola, Amália-Formiga-Menina foi bordadeira, bordava linhas e palavras, palavras do mundo do fado, mas também de outros mundos sonoros e musicais, cantava os Poetas, outras vezes cantava-se a si, Amália herdeira da poesia popular de raiz oral. Silêncio que se vai cantar Amália.
Intérpretes Catarina Moura (voz), Celina da Piedade (voz e acordeão), Sara Vidal (voz e harpa) e Ricardo Silva (guitarra portuguesa)
Encenação e Dramaturgia José Rui Martins, a partir da biografia “Amália” de Vítor Pavão dos Santos
Selecção de Poemas e Adaptação Musical Amélia Muge, Catarina Moura, Celina da Piedade, José Martins, Ricardo Silva e Sara Vidal
Ilustração e Animação Cátia Vidinhas
Vídeo Eduardo Pinto e Luís Pedro Madeira Figurinos Cláudia Ribeiro
Produção Executiva Sons Vadios
Produção Artística Tarrafo – Associação Cultural